De Alexandra Vaz a 29 de Setembro de 2010 às 01:02
Obrigada pelas suas palavras, Anibal.

De facto é pena que, quando por um grande infortúnio da vida, nos tornamos feridas que ferem (porque algo nos magoou de forma transcendental e inexplicável), não sejamos muitas das vezes capazes de partilhar,com quem mais amamos, a dor que sentimos. Também há excepções a isto, felizmente mas, muitas das vezes há relações que não sobrevivem a tamanhas perdas...
É insondável o que nos vai na alma,a forma como sentimos isto ou aquilo, como reagimos perante as adversidades. Nós e os outros...

De Aníbal V a 28 de Setembro de 2010 às 11:13
Parabéns pelo seu texto.
Traz também uma questão muito interessante e que me intriga pessoalmente: os casamentos/relações que não resistem a problemas graves, ou a perdas significativas.
Quando as pessoas devem estar mais unidas, separam-se.
Somos uns seres muito estranhos...

Aníbal V.