De Aníbal V a 28 de Setembro de 2010 às 11:06
Ao lugar comum "Não há amor como o primeiro", juntaria outro: "O que tem de ser tem muita força".
Tal como há primeiros amores muito bons, também os há muito maus, e outros indiferentes.
Prefiro centrar as energias na melhoria contínua.

Aníbal V.

De V a 24 de Setembro de 2010 às 19:22
Ana Santos,

Obrigado pelo texto partilhado.

Mais do que o romantismo nele expresso, é esta seriedade, autenticidade, de guardar sempre as pontes com o passado, que me agradou. É porque o passado, depois de bem digerido, é um óptimo nutriente.