De Alexandra Vaz a 20 de Setembro de 2010 às 01:43
É verdade, Cidália. Há histórias belíssimas, sentimentos tão poderosos e mágicos que qualquer um gostaria de experienciar. De chamar de seus...
Imagino que os protagonistas de histórias como esta que narra aqui, não se imaginariam a passar por tais decisões... de bom grado, as suas histórias teriam finais felizes. Mas em situações diferentes, especiais, pessoas igualmente diferentes e especiais terão atitudes inesquecíveis e dramáticas...

De Cidália Carvalho a 19 de Setembro de 2010 às 21:49
Alexandra,
Se a história não fosse tão triste ,qualquer pessoa gostaria de ser protagonista .
Bjnh

De Cidália Carvalho a 19 de Setembro de 2010 às 21:46
Ana Gomes,
...um só momento, repleto de amor, pode enriquecer toda uma existência.
Sabes Ana , nem sei bem o que é que origina o quê. Se é verdade que o momento de amor enriquece uma existência também é verdade que o momento e a história de amor só é bela porque as pessoas são belas e especiais.

Bjnh

De Cidália Carvalho a 19 de Setembro de 2010 às 21:41
A pena de morte só me dá pena...
Inscrevem-se na história desta prisão muitas condenações que, de tão dramáticas, não lhe ficamos indiferentes.
Obrigada pelo seu comentário.

Bjnh
Fique bem!

De Zilda Cardoso a 19 de Setembro de 2010 às 08:41
Condenar à morte... que direito temos nós... em qualquer caso...? Não temos direito nenhum.
Mas condenar por motivos políticos... brada aos céus!
Essa é decerto uma das milhares de histórias que podem ser contadas a propósito de opositores e de presos e de condenados. É um episódio penoso que a C.C. conta muito bem e que todos nós devemos conhecer. Talvez nos tornemos melhores, mais compassivos, mais amorosos.
Ainda bem que a Cidália teve a coragem de visitar essa prisão e de nos contar o que viu e ouviu.

De Ana Gomes a 18 de Setembro de 2010 às 17:32
De facto, as mais bonitas histórias de amor parecem ser as mais curtas, interrompidas pelo infortúnio. E não deixa der ser incrível como um só momento, repleto de amor, pode enriquecer toda uma existência.

Lindíssimo Cidália.

De Alexandra Vaz a 18 de Setembro de 2010 às 15:13
Gostei imenso do artigo, da sua abordagem ao amor.