De ninguém a 25 de Setembro de 2010 às 17:11
Dizer que sim à vida
Dizer que não à morte
Dizer na despedida
Que o tempo é o mais forte

Dizer que sim à vida
Dizer que não à morte
Jogar na despedida
A carta que é a sorte

Dizer a toda a gente
Que o amor de repente
Entrou no nosso jogo
Dizer a toda a gente
Que o nosso corpo é quente
A nossa boca ardente
E a nossa alma fogo...

E se não for verdade
Tudo o que nós dizemos
Tudo o que nós sentimos
Também não é saudade
Por isso é que nos rimos


José Carlos Ary dos Santos

De Cidália Carvalho a 20 de Setembro de 2010 às 21:06


Texto profundo sobre a natureza do SER. Alguém que conflitua, que sente culpa, que tem medo de perder e que não acredita em coincidências porque tem fé e acredita em Deus. Muito Bom!